Policiais do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC) uma operação na Galeria do Rock, no Centro de São Paulo, para fiscalizar lojas que vendem produtos e equipamentos para tatuadores. Dos 12 estabelecimentos visitados, sete tinham produtos sem registro no Ministério de Saúde. Foram apreendidos 113 máquinas de tatuagem, 45 mil agulhas, 350 tubos de tinta e outros equipamentos.
Três empresários foram detidos e acabaram liberados após pagar fiança de R$ 2 mil. Um deles era proprietário de cinco lojas. Entre os detidos há um peruano de 44 anos. Os comerciantes vão responder por crime contra as relações de consumo, cuja pena varia de dois a cinco anos de prisão.
Segundo o delegado Virgílio Guerreiro Neto, titular da 2ª Delegacia de Saúde Pública, estúdios de tatuagem foram vistoriados, mas nada de irregular foi encontrado. Caso o material apreendido fosse utilizado, havia o risco de causar infecções nos clientes.
O policial acrescentou que quem quiser ter uma tatuagem no corpo deve procurar estúdios de confiança. “As pessoas devem verificar antes se os materiais usados no local têm registro, se estão no prazo de validade”, afirmou.
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Red Hair
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